Já tive a oportunidade de trabalhar de perto com ela num editorial para a revista Zoot e, posso assegurar-vos, foi uma experiência e tanto.
Imprevisível e pouco convencional como só os grandes talentos sabem (e podem) ser, a Véronique é frenética e acutilante.
Imprevisível e pouco convencional como só os grandes talentos sabem (e podem) ser, a Véronique é frenética e acutilante.
A maneira como consegue descontextualizar as peças que junta num look, como sabe querer tão afincadamente o cabelo assim ou assado, como pede uma maquilhagem tão aparentemente desapropriada (e que mais tarde se revela ser tão certa) fazem dela (na minha modesta opinião) um gigante do styling e da direcção artística de produções de moda; os seus trabalhos têm uma assinatura e um carisma de tal maneira próprios que se tornam identificáveis a milhas.
É por isso que, para mim, a Véronique é maravilhosa!
Nesse dia trazia 60 kg de bagagem extra, malas que transbordavam Galliano, Chanel, Paule Ka, Dior... Foi a primeira (e estou convencida) última vez, que vi alguém caminhar sobre um Kenzo como se de pedras da calçada se tratasse...
Quando for grande quero ser assim!


Sem comentários:
Enviar um comentário